A tríade de sucesso na regeneração óssea guiada

A escolha inteligente da membrana, do substituto ósseo e do fio de sutura podem fazer a diferença no resultado dos seus tratamentos. Exploramos essa tríade do sucesso em mais um conteúdo exclusivo que preparamos para você, com a opinião dos experts de nosso conselho científico – Robert Carvalho da Silva, Alber Barbara e Ulisses Dayube.

Para escolher a membrana, deve-se levar em conta o tipo de defeito tratado. Segundo Robert Carvalho da Silva, doutor em Clínica Odontológica, em defeitos horizontais, geralmente, são usadas membranas de colágeno. Para defeitos verticais, a melhor opção é a membrana não reabsorvível de PTFE (teflon), especialmente com reforço de titânio.

De acordo com Alber Barbara, especialista em Implantodontia, para cumprir seu papel, a barreira precisa ter alta biocompatibilidade e propriedades mecânicas adequadas para manter o espaço e a estabilidade do coágulo. O tempo da barreira em função também é determinante para o prognóstico. Segundo Ulisses Dayube, doutorando em Implantodontia, ela precisa permanecer separando o tecido ósseo do conjuntivo por três a 12 meses, dependendo das características e do tamanho do defeito ósseo.

 

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