Sutura – as escolhas certas fazem a diferença

12 de setembro de 2017

Por mais experiente que seja o profissional, o momento da cirurgia é aquele em que ele concentra toda sua energia e atenção. Por isso, depois de passar um longo período curvado sobre o paciente em um procedimento minucioso e delicado, é natural que o cirurgião deseje fechar a incisão rapidamente, retirar os paramentos e descansar. No entanto, o fechamento da incisão é um momento-chave para a definição do prognóstico de cada paciente. Infelizmente, por conta de diversos fatores, essa etapa do procedimento cirúrgico é, muitas vezes, negligenciada. “Entre os procedimentos mais importantes das cirurgias de regeneração óssea guiada, estão a incisão e a sutura. Ambas devem ser bem planejadas para garantir um resultado mais previsível”, pontua Sergio J. Jayme, doutor em Reabilitação Oral.

Além do planejamento adequado, da habilidade do cirurgião e da técnica empregada no fechamento, a decisão pelo material mais adequado para a sutura também é uma questão capital. Com a escolha certa, o pós-operatório é mais previsível, o que significa maior tranquilidade para o cirurgião-dentista e para o paciente. A escolha errada pode levar a contaminações, inflamações locais, diminuição do volume de tecido, complicações estéticas, exposição de biomaterial e até a perda completa do procedimento.

De acordo com Jamil Shibli, doutor em Periodontia, os  fios de sutura devem manter a coaptação dos tecidos sem, no entanto, perder resiliência e acumular placa bacteriana. “O alto nível da Implantodontia brasileira prima não somente pelo conhecimento técnico, mas também pela utilização de materiais de ponta. Neste sentido, o mercado brasileiro tem se empenhado muito para buscar materiais de ponta, como o teflon, que permite uma melhor e não íntima coaptação dos retalhos, além de reduzir o processo de adsorção de biofilme bacteriano sobre ele”, comenta.

 

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