Aumentos ósseos horizontais e verticais associando biomateriais, osso autógeno e PRF.

Por Carlos Valladão | 16 de abril de 2021

Existem diferentes técnicas para realizar esses aumentos, cada um com suas particularidades, quanto à efetividade e possíveis complicações. A literatura científica demonstra que a ROG é um método fundamentado e com um percentual menor de complicações.

É interessante notarmos que há semelhanças nos procedimentos de ROG horizontal e vertical, como o uso de um enxerto composto de osso autógeno particulado e substituto ósseo bovino inorgânico de qualidade. Contudo, algumas nuances ou detalhes são diferentes:

Para aumentos horizontais, utilizamos membrana absorvível de colágeno.

Para aumentos verticais, membrana de D-PTFE-TI. Considero o padrão ouro, a Cytoplast.

A associação de técnicas é bem-vinda, pois aproveitamos o potencial e os benefícios específicos de cada uma.

Recentemente, tive o prazer de publicar, na IJID, um artigo escrito em coautoria com o prof.  Joly e Profa. Mabelle Monteiro, onde analisamos 52 regiões entre aumentos ósseos horizontais e verticais, associando a ROG com enxerto composto e derivados plaquetários I-PRF e L-PRF.

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