Risco de perda óssea de implantes cone-morse, hexágono externo e interno em próteses totais fixas na maxila – Análise por elementos finitos 3d

Por Sérgio Jorge Jayme | 11 de setembro de 2017

RISCO DE PERDA ÓSSEA DE IMPLANTES CONE-MORSE, HEXÁGONO EXTERNO E INTERNO EM PRÓTESES TOTAIS FIXAS NA MAXILA – ANÁLISE POR ELEMENTOS FINITOS 3D
Risk of bone loss of morse taper, external and internal hexagon implants in fixed total dentures in the maxilla – 3D finite element analysis

Sérgio J. Jayme, Pedro Paulo Cardoso Pita, Ricardo Elias Jugdar, Leonardo De Franco, Luiz Antonio Mazzucchelli Cosmo, Marco A. A. Vasco

RESUMO

Objetivo: analisar comparativamente o risco de perda óssea peri-implantar em próteses totais fixas na maxila, suportadas por seis implantes paralelos, utilizando conexões do tipo hexagono externo (HE), hexágono interno (HI) e cone-morse (CM) através do método dos elementos finitos 3D.
Material e métodos: modelos geométricos de uma maxila e prótese foram construídos e unidos aos modelos de implantes de geometria externa semelhante.
Os implantes e componentes protéticos foram fornecidos pelo fabricante para representar próteses totais maxilares parafusadas, suportadas por seis implantes paralelos cada uma. Os modelos foram submetidos a cargas mastigatórias axiais e oblíquas.

Resultados: o risco de perda óssea na carga obliqua é muito superior à carga axial; nessa condição, a conexão CM apresentou o menor risco de perda óssea e as conexões HE e HI apresentaram risco semelhante, com risco ligeiramente maior do HI.

Conclusão: implantes com conexão CM apresentam menor risco de perda óssea peri-implantar, e implantes com conexão HE e HI apresentam risco similar em próteses totais fixas com implantes paralelos.

Palavras-chave – Implantes dentários; Prótese total; Maxila; Elementos fi nitos 3D.

CONCLUSÃO
Considerando os modelos de implantes utilizados, os autores concluíram que implantes com conexão CM apresentam menor risco de perda óssea peri-implantar, e implantes com conexão HE e HI apresentam risco similar em próteses totais fixas com implantes paralelos.

Artigo na integra publicado na:
INPerio 2016;1(1):5

Sérgio Jorge Jayme

Doutorado em reabilitação oral pela Universidade de São Paulo; é mestre em Implantodontia; especialista em Prótese Dentária; pós-graduado em Periodontia e presidente da Academia Brasileira de Osseointegração.

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